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Segurança, webhooks e backup do Evolution Go

Uma API de mensageria lida com chaves, contatos e eventos importantes. Este checklist ajuda a definir controles, responsáveis e uma recuperação testada.

Equipe Kronic Host

Proteja a API e o servidor

  • Publique a API por HTTPS e mantenha portas administrativas fora da internet quando não forem necessárias.
  • Use chaves longas e únicas, armazene-as como segredos e faça rotação quando houver suspeita de exposição.
  • Restrinja o firewall e proteja SSH com chaves e usuários com o menor privilégio necessário.
  • Separe credenciais de produção e teste e não grave segredos em repositórios ou logs.
  • Limite quem pode criar instâncias, consultar mensagens e alterar integrações.

A proteção Anti-DDoS atua na camada de infraestrutura e não substitui autenticação, atualizações e configuração segura da aplicação.

Trate webhooks como entrada externa

Use uma URL HTTPS, valide o formato esperado e limite o tamanho das requisições. Quando a versão e a arquitetura permitirem, autentique o emissor ou restrinja a origem. Nunca confie em campos do evento sem validação.

Responda rapidamente e envie o trabalho demorado para uma fila. Registre identificadores para reconhecer eventos repetidos e torne o processamento idempotente, evitando criar duas cobranças ou duas atualizações para o mesmo evento.

A documentação de eventos do Evolution Go descreve canais e categorias disponíveis. Habilite apenas os eventos necessários e monitore respostas diferentes de 2xx, tempo de processamento e tentativas.

Atualize com um plano de retorno

  1. Leia as notas da versão e registre a imagem ou versão em uso.
  2. Faça backup do banco, dados persistentes e configuração.
  3. Teste a atualização em ambiente separado quando a operação for crítica.
  4. Valide conexão, envio, recebimento, mídia, webhook e reconexão.
  5. Mantenha a versão anterior e um procedimento documentado para voltar.

Evite depender de uma tag variável em produção sem saber qual versão será instalada. Controle a mudança e acompanhe logs após o procedimento.

Faça backups que possam ser restaurados

ItemPor que incluir
PostgreSQLContém dados persistidos pela aplicação conforme a configuração.
VolumesPodem guardar sessões, arquivos e dados necessários à retomada.
ConfiguraçãoPermite reproduzir variáveis, proxy, rede e serviços associados.
SegredosSão necessários para restabelecer acessos, mas exigem cópia protegida.
VersõesAjuda a restaurar componentes compatíveis entre si.

Guarde cópias fora da VPS, criptografe dados sensíveis e defina retenção. Faça uma restauração periódica em ambiente isolado e registre o tempo, as dependências e os passos que falharam. Um arquivo de backup nunca testado ainda é uma hipótese de recuperação.

Prepare a operação antes de publicar

Defina responsáveis por acesso, monitoramento, atualização e recuperação. Se ainda estiver escolhendo recursos, veja como dimensionar a VPS.

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